À Diretoria da CIC de Caxias do Sul, Jairo Jorge defende redução da carga tributária

Foto: Ramiro Furquim

Na manhã de quinta-feira, 13, na Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC), a diretoria da entidade recebeu o candidato ao governo do Estado, Jairo Jorge (PDT). O presidente da CIC, André Gasperin foi anfitrião e iniciou o encontro destacando a importância da participação dos empresários na política e nas decisões dos rumos do estado e do país.

Aos diretores da CIC, Jairo Jorge apresentou sua visão da crise que o Estado enfrenta. “Não é uma marolinha, mas também não é uma crise insolúvel. O que é preciso, no meu entendimento, é uma mudança de pensamento e de ação. Todas as soluções colocadas em prática até hoje se esgotaram. Portanto, ou mudamos ou a estagnação será permanente e, dessa forma, a crise pode, sim, se tornar insolúvel, comprometendo o futuro dos gaúchos”, disse Jairo.

O pedetista destacou o crescimento da dívida do Estado com a União. Para ele é preciso renegociar a dívida, mas não da forma como vem sendo feita pelo atual governador. “Com o então governador Antônio Britto, a dívida aumentou R$ 32 bilhões devido a uma negociação inadequada. A atual negociação nos coloca de joelhos. Não podemos aceitar os termos atuais”, defendeu. Para Jairo, é preciso customizar a dívida, discutir os indexadores. “Os senhores estão dispostos a seguir pagando a tarifa de ICMS como está?”, questionou Jairo Jorge. “Porque se estiverem dispostos a isso, a renegociação então está ok. Mas se querem um estado mais competitivo, com queda de impostos e aumento de produção, essa proposta não serve”, explicou.

O programa de governo de Jairo Jorge e da Frente O Rio Grande Tem Solução prevê a redução gradual das alíquotas de ICMS através da Lei do Gatilho. É dessa forma que o candidato pretende fazer o Rio Grande retomar o crescimento e o desenvolvimento do estado. “Além da Lei do Gatilho, faremos a Lei de Incentivo à Infraestrutura, pois as condições das estradas, portos e aeroportos do RS estão precárias. Isso dificulta o desenvolvimento econômico. Portanto, é preciso inovar e realizar mudanças disruptivas. Se fizermos mais do mesmo, não sairemos do lugar. E é isso que quero fazer, contando com o papel decisivo da Serra gaúcha”, afirmou.

 

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